Costela em cortes nobres e receitas tradicionais

Costela em cortes nobres e receitas tradicionais

Costelaria Ponta d´Agulha oferece menu variado de carnes do tipo premium no Passeio Pedra Branca

É cada vez maior a demanda por carne premium e por experiências gastronômicas singulares. A realidade é atestada pela Costelaria Ponta d´Agulha que atrai cada vez mais clientes na sua unidade do Passeio Pedra Branca, em Palhoça (SC). O restaurante especializado aguça o paladar do cliente com um menu com possibilidades para apreciar o entrecot, a picanha, o carré de cordeiro e as costelas de porco e de gado. 

Aliás, o objetivo dos proprietários João e Margaret Widolzer e os filho João Vitor e Renato ‘Negão’ Araújo, junto com os filhos Julia e Gabriel, é justamente oferecer cortes nobres de um jeito bastante singular, à la carte. Esse modo de servir diverge do costumeiro rodízio das churrascarias, e proporciona ao cliente a possibilidade de definir a quantidade da carne entre 250g e 350g que vem à mesa assado na hora. No menu da Ponta d’Agulha os acompanhamentos que incluem a maionese de batata, pupunha,  pão com alho e linguiça também são um atrativo para os clientes. “Um dos motivos de sermos tão apreciados pelos nossos clientes são as nossas receitas tradicionais de acompanhamentos, preparadas com um toque refinado e sabor inigualável”, revela Renato, o ‘Negão’.

A costela é a preferência dos consumidores na Ponta d’Agulha. A média de preparado desse produto chega a três toneladas por mês, o que significa entre 40 e 85 costelas por dia, considerando os finais de semana. O segredo do preparo desse corte está na experiência de Negão, que trabalha com gastronomia há mais de três décadas, desde a época em que assava costelas em festas particulares. Essa espécie de treinamento permitiu encontrar a receita ideal para usar no menu do restaurante. O segredo é baseado na qualidade da carne, o fogo constante, a altura da grelha na churrasqueira e o sal grosso. 


Expansão dos negócios

Os segredos culinários fazem parte da trajetória do negócio que começou na cantina com a Cantina do Colégio Energia em Florianópolis, época em que ‘Negão’ preparava a costela assada em churrascos para professores e alunos.  “Esse encontro sempre foi um sucesso e a carne muito elogiada. Por este motivo, amigos e professores viviam me incentivando a montar uma costelaria” conta. A costela também inspirou a criação do nome do restaurante. Negão, Margarete e João, os futuros sócios, analisaram a melhor parte da costela. Chegaram a conclusão de que é a ponta d´agulha. Pronto! Estava criada a Ponta D´Agulha Costelaria. 

A primeira unidade foi fundada na rodovia SC 401, em Florianópolis, em 2010. Quatro anos mais tarde, a empresa inaugurou unidade no Passeio Pedra Branca.  “Nós acreditamos no projeto da Cidade Pedra Branca e decidimos levar uma unidade da costelaria para o empreendimento”, afirma Mario Augusto Lobo Cezarotti, um dos sócios. Em 2018, a costelaria deu continuidade à expansão, estabelecendo um restaurante na região Sul da Ilha de Santa Catarina. 


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